Andy

Blog do Andy

20/07/2010 - 13:38:57


Trailer Bruna Surfistinha

Eu estava ansioso pra ver o primeiro trailer do filme da Bruna Surfistinha. Mas honestamente, não gostei desse primeiro teaser. :o(

Escrito por Andy às 13:38:57

15/07/2010 - 09:10:15


Processo seletivo

Rotular as pessoas é um mal comum. Acho engraçado quando tenho que ouvir alguém dizendo “Ai eu não rotulo as pessoas!”. Aham, tá! Esse ser humano não existe. Até os animais fazem isso. No caso deles com o objetivo de sobrevivência e procriação. O pavão com o menos penas, provavelmente terá menos chances entre seu bando. Com os humanos não é muito diferente. Bom, é bem pior. Acho que todo o processo de “rotular” um individuo ou um grupo é a uma forma de agilizar o processo de seleção natural. Seja para um emprego, para sexo, para fazer amigos, rotulamos e ponto.

Por causa do meu trabalho eu carrego mil rótulos. No começo me incomodava. Hoje acho engraçado, principalmente quando essas mesmas pessoas que me rotularam conseguem ver o real Andy. Ser gay já vem com muitos rótulos. Eu pessoalmente tenho fobia da cena gay. Mas é uma fobia do tipo ter medo de aranha ou de altura. Ter que lidar cara a cara com o estereotipo me dá arrepios. E ai que entra a ironia. Praticamente todas as pessoas antes mesmo de me conhecerem, ao saberem que trabalho no núcleo da cena gay, imaginam minha vida. Todo fim de semana na balada. Usando todas as drogas do mundo. Gastando meu dinheiro com labels. Estou tão, mas tão distante de tudo isso que é até bizarro.

Primeiro que atualmente abomino a idéia de balada gay. Nos últimos dois anos, todas as vezes que pisei num clube GLS, foi por trabalho. Nunca na minha vida usei nenhum tipo de drogas, nem maconha experimentei. Mas não por caretice. E sim por consciência de que talvez eu goste. Não bebo uma gota de álcool, nem no ano novo. E nunca fui ligado a labels. De verdade todas as minhas roupas são de duas marcas, infelizmente uma delas é bem gay. Mas não é cara. É o equivalente a Hering aqui. Acho que meus gastos estão mais relacionados aos brinquedos que coleciono, DVDs e viagens.

Logo, não me encaixo bem no estereotipo típico gay. Muito menos no estereotipo do pornstar típico. Porem eu não sou um anjo. Apesar de ser um chato em vários sentidos. Encontro no sexo o meu pecado. É onde caio no estereotipo do gay promiscuo. Ok, sou fã numero uma da camisinha. Mantenho meus exames em dia. E apesar de nunca ter contraído nenhuma doença. Sei que faço parte de um grupo de risco. Assim como o gay que é advogado, ou que é jornalista, ou o arquiteto e fazem sexo apenas por prazer. Não precisamos vincular sexo com sentimento.

No meu último relacionamento. Aquele que foi um inferno. Ele me dizia que o mundo que vivo é o que tinha atraído ele. Ele não tinha tido muita experiências sexualmente. E sabia que eu já fiz de tudo e mais um pouco. Ele queria que eu mostrasse o caminho. Umas das primeiras coisas que apresentei a ele foi um grupo de suruba que rola uma vez por mês em Londres. Normalmente quarentas moços num quarto de hotel. Sexo seguro, sem drogas. A maioria nerds entre 25 e 35 anos. Alguns bem gostosos. Outros apenas ok. Ir sozinho sempre foi tranqüilo. E levar um namorado parecia ser um desafio interessante. Foi um pesadelo! Sou possessivo, não gosto de dividir. Ter que assistir ele fazendo coisas com outros meninos foi horrível. Ficamos alguns dias sem nos falar depois disso. Repetimos a dose um mês depois. Apesar de ter sido um pouco mais fácil. Ainda assim me machucou. Hoje nem nós falamos mais.

No final do dia eu sou um conservador, que faz a vida no pecado.

 

Escrito por Andy às 09:10:15

12/07/2010 - 13:35:14


Fleshjack

Há quase um ano atrás comentei sobre as maravilhas do Fleshjack. Essa semana eles publicaram esse vídeo explicando na pratica como funciona, mas a versão You Tube. Imperdível! :oP

*

Obrigado pelos comentários e os e-mails que vocês mandaram sobre o meu último post. Eu sei que já era uma decisão tomada. Mas foi muito bacana poder ler opiniões de pessoas que não estão diretamente ligadas a mim. Praticamente todos meus amigos acham que eu deveria voltar. Mas acho que por motivos emocionais, como os meus. A real é que por um tempo essa pode ser a minha escolha, mas nada é para sempre de qualquer forma.

 

Escrito por Andy às 13:35:14

02/07/2010 - 09:11:16


Não se arriscar é perder a vida

Há alguns dias atrás terminei um post com a frase do título. Uma semana depois estou indo contra a minha própria filosofia. A decisão de voltar de vez para o Brasil e ser apenas responsável por tudo que envolve o design dos produtos FreshSX parecia justa pra todos. Não foi. Essa semana acabei assinando um contrato pra dirigir mais quinze filmes até o final de 2011. A oferta era irrecusável, não apenas financeiramente, mas por serem flexíveis com o momento que estou vivendo agora. Vou conseguir um break em setembro pra fugir um pouco da loucura toda e em dezembro volto pra Brasil pra ficar até meu sobrinho nascer. Ai volto pra Londres.

Estou me sentindo culpado, mas ao mesmo tempo acho que as vezes preciso ser mais racional. Pensar menos com o coração. Vivemos num mundo capitalista. Amo o que faço. Era um sonho trabalhar na indústria de pornô gay. E trabalhar como diretor era um sonho ainda mais impossível. Voltar de vez para o Brasil e me arrepender de ter desistido de um sonho é a ultima coisa que quero. Mas ao mesmo tempo não quero ser o tio que mora em Londres, como disse antes. Também tem as saudades que sinto das pessoas que amo não vai mudar, só aumenta a cada dia que estou aqui. Tenho que admitir que tentando ser racional acabei me “vendendo”. O que você faria? Você voltaria de vez ou ficaria?

 

Escrito por Andy às 09:11:16

28/06/2010 - 14:12:22


Gay Nerd - iPhone Saga

 

Há quinze anos quando os telefones celulares começaram a se tornar acessíveis, ele era feio, pesado, o sinal caia a cada dez segundos. Hoje em dia os celulares só faltam fritar um ovo e passar roupa. Nerd que é nerd é escravo dessas novas tecnologias. Há quase três anos atrás a Apple mudou o cenário dos celulares. No dia que ele “nasceu” eu estava viajando, se não teria me unido aos nerds ingleses e esperado na fila. Acabei comprando dias depois. Foi amor a primeira vista. Era a última palavra em tecnologia. Porem não realizava funções super básicas como copiar e colar texto, mensagem com foto, a câmera era horrível, não existiam os aplicativos ainda, as falhas eram inúmeras. Um ano depois lançaram o iPhone 3G. Senti-me obrigado a comprar. Ele era muito mais bonito que o 2G. Mais veloz. Até quinta feira da semana passada eu estava bem satisfeito com ele. Não vi necessidade de trocar quando lançaram o 3GS. Porem como o próprio anuncio da Apple diz, o iPhone 4, veio pra mudar tudo. De novo. Dá até raiva. Porque que achei que ia conseguir resistir. Não consegui.

Primeiro porque eu fui atualizar o meu 3G para o iOS 4, achando que teria acesso há algumas novidades do novo iPhone. Não, você apenas vai DESTRUIR o seu celular. A única coisa que muda pra quem tem o 3G é poder agrupar os aplicativos. Mudar o papel de parede da Home ou multitasking não rola. Simplesmente porque o processador do 3G não agüenta o novo sistema operacional. Logo o que ganhei de presente da Apple? Um celular que parece uma carroça. Ele ficou lerdo, demora pra realizar as funções básicas, quando o telefone toca, demora pra aparecer a foto da pessoa e o nome. Não sei se esse era o objetivo, mas na sexta-feira acabei numa fila na frente da loja da O2 pra comprar o novo iPhone. Voltei frustrado pra casa. Eles não tiveram o trabalho de avisar pra galera que metade da fila ia ficar chupando dedo. No sábado acordei as oito da manhã e fui tentar a minha sorte numa loja maior, na principal avenida de compras em Londres, a Oxford St. Obviamente quando cheguei no local, novamente uma fila com uns cinqüenta nerds. Vinte minutos depois o vendedor da loja rival, que fica do outro lado da rua, estava tentando convencer a galera a ir comprar lá. Sem fila, sem transtornos. E exatamente as mesmas vantagens. Nem pensei duas vezes.

Posso dizer que o iPhone 4 é incrível. Nas fotos eu não tinha aprovado o design. Mas é perfeito sim. A câmera finalmente é uma câmera, o flash realmente funciona. O zoom deixa a desejar. Ele é muito mais veloz que os antecessores. Por isso faz a função multitasking sem sofrer. As melhores novidades sem duvidas são o FaceTime e o Retina Display. Apesar de que câmera frontal não é novidade nos celulares. Mas o retina display sim muda tudo, a imagem é absurdamente nítida. Fica fácil de ler até textos minúsculos. Bom, as novidades são inúmeras. Só testando pra comprovar!     

Escrito por Andy às 14:12:22

26/06/2010 - 17:47:57


Lady Gaga ♥ Matt Hughes

 

A minha música preferida da Lady Gaga desde que ouvi pela primeira vez é Monster. Outro dia num papo sobre as musicas dela, um amigo que odeia essa música, me pediu pra explicar porque tenho todo esse amor por essa canção. Simples! Mesmo antes de trabalhar com o Matt Hughes, já era fã dele. Eu adoro a carinha de menino safado, com esse jeito típico de moleque inglês. Ok, ok obviamente também admiro o seu membro de quase 30 centímetros. Mas juro que meu carinho por ele vai muito além disso. Tive o privilegio de trabalhar com ele na frente das câmeras em três diferentes filmes. Nossa primeira cena foi pra um estúdio que só filma os meninos usando roupas de futebol (sports kit). Onde acabei descobrindo que esse é um fetiche meu também. Eu adoro!

E a letra de Monster, pelo meu ponto de vista (e delírio) é totalmente dedicada ao Matt Hughes. Além do mais ele é famoso por ser um hetero que trabalha em filmes gays. Ou seja quem sabe a Gaga não escreveu a musica em homenagem a uma noite de paixão entre ela e o Sr. Matt. Alguns trechinhos que entregam a história de amor dos dois! :oP

I’ve never seen one like that before
You amaze me
He ate my heart
That boy is bad
And honestly
He’s a wolf in disguise
But I can’t stop staring in those evil eyes
That boy is a monster

Escrito por Andy às 17:47:57

25/06/2010 - 05:27:30


Pornô em números - Internet

Escrito por Andy às 05:27:30

22/06/2010 - 12:15:14


O impossível é possível esta noite

 

Eu acredito em destino. Acredito que nascemos com missões. Cada um com a sua. Mas de certa forma estamos todos conectados. Ninguém chega a lugar nenhum sozinho. Como já comentei antes, ironia é a palavra de ordem na minha vida. Estou há meses pedindo um sinal pra o cosmos. Sinto que completei uma missão e quero partir para a próxima. Não sou de desistir das coisas pelo meio do caminho. Sem esse sinal eu não sairia de onde estou. Engraçado e irônico, é que há um pouco mais de um ano atrás quando comecei a escrever esse blog. Comecei falando sobre como um final pode ser apenas um novo começo. Ironicamente no meu post anterior, eu pedi um filho e disse que um sobrinho tava valendo. Ontem recebi a noticia de que vou ser tio em Janeiro do ano que vem. Tenho apenas um irmão. E desde o dia que me descobri gay, tive noção plena de que o mais próximo que eu chegaria de “ter um filho” ou ser pai, seria através dos filhos do meu irmão. Obvio que gays podem ter filhos. Não sou daqueles que acham que filhos de gays vão crescer perturbados ou seram homossexuais como os pais. Papo de gente ignorante. Eu não vou ter filhos por escolha. Não faz parte dos meus planos. Mas sempre fez parte dos meus planos poder ajudar a criar e até educar os filhos das pessoas próximas a mim. E ser o “tio de Londres” ou o “tio que eu só vejo uma vez por ano” não é uma opção.

Com um novo começo vindo por ai, decidi que chegou a hora de colocar um ponto final num capitulo da minha vida. Foram três anos em Londres. Super bem aproveitados, realizei praticamente todos os sonhos da minha vida. Alguns que achava impossível. Não tenho arrependimentos. Tudo que vivi aqui, vivi por escolha. Consciente. O Andy O’Neill não termina aqui. Na verdade ainda tem muito pela frente. O que termina é o meu tempo em Londres. Em alguns meses estou voltando para o Brasil pra ficar. Ainda vou ser responsável pelo desenvolvimento de tudo relacionado ao design das capas, anúncios e o website do estúdio FreshSX. Mas não vou estar mais atrás das câmeras. O que me dá um aperto no coração. Mas ultimamente tenho vivido demais 100% focado no trabalho. Nunca deveria ser assim, pra ninguém. A vida é curta demais. Trabalho pode sim ser um prazer. Mas no final do dia é apenas um pedaço de nossas vidas. Algo que fazemos pra ganhar dinheiro. Eu ganhei muita experiência e vivencia com meu trabalho aqui. Mas perdi muito, muito mesmo. Perdi casamentos de amigos, o falecimento de pessoas próximas, conquistas de novos empregos, amigo indo morar sozinho, amigos tendo filhos, amigos precisando do meu ombro. E eu não estava lá pra compartilhar.  Pessoas sim, devem ter o maior espaço em nossas vidas.

“Arriscar-se é perder o pé por algum tempo. Não se arriscar é perder a vida.” Soren Kiekegaard

 

Escrito por Andy às 12:15:14

14/06/2010 - 19:34:54


Eu quero um filho!

(Mas um sobrinho também tá valendo!)

 

 

Escrito por Andy às 19:34:54

10/06/2010 - 15:08:21


O melhor pornô do mundo

 

Uma pergunta recorrente em muitas entrevistas que já dei é sobre qual o meu estúdio preferido de filmes pornô. Obviamente amo FreshSX, o estúdio que trabalho. Mas quando quero ver um bom filme pornô só pela curtição, não teria cabimento escolher os filmes que eu dirigi, muitos menos os filmes que participo na frente das câmeras. Antes de me envolver com a industria, Bel Ami era meu estúdio favorito. Ainda curto o que eles produzem. Mas não me excita como antes. Geralmente quando paro pra assistir os filmes de outras produtoras, vou assistir com um olhar critico. Quero analisar os ângulos de câmeras, a luz, as posições.

Há alguns meses atrás descobri que os vídeos do X-Tube são os únicos que ainda me deixam excitado. Logo descobri o melhor pornô gay do mundo! Maverickman22 é o codinome deles. Cole Maverick e Hunter, um casal da vida real explorando suas aventuras na frente das câmeras. Muitas vezes com garotos heteros, outras com twinks virgens. Os heteros são realmente heteros? Os twinks são realmente virgens? Apesar de ser um reality porn, a fantasia ainda é um combustível importante, então tanto faz se no final do dia é tudo uma mentira. Relaxe e goze!

Em câmera eles são bem agressivos e dominadores. Eles rasgam as roupas dos garotos, tapam a boca dos heteros enquanto eles gritam de dor, chegam muitas vezes a ser violentos. Os vídeos são amadores, mas com características de vídeos profissionais. A maioria das cenas são bareback. O que não aprovo. Porem eles sempre deixam claro que os envolvidos fazem todos os testes e só trabalham com modelos negativos.

O sucesso deles no X-Tube, mais de 80 milhões de fãs espalhados pelo mundo, acabou dando a iniciativa de começarem seu próprio website. Há alguns dias atrás achei o perfil deles no site Dudesnude. Enviei uma mensagem achando que eles nunca responderiam. Principalmente porque moços mais agressivos como eles, não curtem muito o meu perfil. Eu sei que pareço meio bonzinho demais nesses sites de putaria. Apesar de não ser nada bonzinho obviamente! :oP

Bom, eles responderam. E foram super fofos. O que só prova mais uma vez que, seja no pornô, na TV, no que for, reality entertainment ainda trabalha em cima de nossas fantasias.

www.maverickmen.com

Escrito por Andy às 15:08:21

08/06/2010 - 19:13:40


Don't call me Gaga!

 

Antes de mais nada quero deixar claro o quanto amo, admiro, respeito e idolatro a Madonna. Ela é a história viva da música Pop. Daqui a cem anos, ela ainda será o ícone que é hoje. Mas a estrela está se apagando. Isso era inevitável. Porem ninguém pode tirar o mérito que ela teve, não apenas para a música, mas como para o feminismo. Ela derrubou vários tabus. Mostrou que mulher pode sim mandar em homem. Transformou homem em objeto de prazer. Até hoje ela faz isso! A lenda viverá pra sempre. Mas hoje quanto terminei de assistir ao vídeo Alejandro de Lady Gaga, pela primeira vez tive noção clara de como essa magricela nariguda mudou o cenário da música. Ela matou a Madonna!

Sempre que to precisando de energia, de combustível pra me animar, eu recorro a Gaga. Nunca escondi o quanto amo essa loca. E o meu amor por ela aconteceu sem querer. Eu odiei as primeiras músicas que começaram a tocar na rádio. Achava meio musiquinha fim de balada. Há exatamente um ano atrás, ajudando a galera do estúdio que trabalho fazer a mudança pra o novo escritório. Um dos donos ouvia o The Fame no repeat. Foi um dia todo só ouvindo Lady Gaga. No final do dia ela já tinha outro fã. Ai fui pesquisar mais sobre a maluca. O vídeo de Poker Face foi a certeza de que esse amor não seria passageiro. Logo vieram os figurinos malucos, mais vídeos absurdamente incríveis, a história dela. Nesses doze meses que se passaram ela chegou num patamar que as estrelas que a antecederam demoraram anos. Obviamente porque vivemos numa era onde tudo acontece em segundos. Em uma semana algo sai de moda e cai no esquecimento. E a Sra. Gaga aprendeu a lição com a Tia Madonna muito bem. O segredo é se reinventar. Cada dia de sua vida, ela é uma pessoa diferente. Eu amei cada segundo de Alejandro. Eu não mudaria nada. Foram quase nove minutos de delírio. Eu nem gosto tanto assim da música! Mas o vídeo é lindo. E ironicamente tem muitas referências ao que a Madonna já fez antes. Muitas! Mas hoje em dia a Gaga é tão “a novidade” do momento que aqueles vídeos da Madge que tanto amo, parecem datados.

Exemplo claro disso é o que aconteceu com a Christina Aguilera e seu vídeo Not myself tonight. Não é um vídeo ruim. Foi bem feito. Várias referencias a vídeos da Madonna também. Porem no caso da Christina ela também passou do prazo de validade. Na maioria das criticas, as pessoas a atacaram dizendo que ela quer ser uma cópia da Lady Gaga. Entendem o quão absurdo é tudo isso??? A Christina já faz parte da música pop há muito tempo. Não começou ontem. Mas não é mais novidade. Pra os olhos dessa nova geração é apenas uma cantora do passado tentando voltar ao topo. Infelizmente acho que ela não tem nenhuma chance. E pagando de louca, só vai piorar as coisas. A única criatura na terra que pode segurar a onda e as pessoas vão aplaudir seja lá qual for a loucura que ela inventar é a Lady Gaga. Talvez logo vamos ficar cansados de suas loucuras. Tudo que é demais cansa. Mas no momento ninguém pode com ela.

“Que não seja imortal, posto que é chama. Mas que seja infinito enquanto dure.”

Vinícius de Moraes  

 

Escrito por Andy às 19:13:40

07/06/2010 - 14:02:04


closer.

 

A palavra ironia define bem a minha vida as vezes. Desde que me descobri gay, romance sempre esteve em primeiro lugar. Eu não sou homem de malandro. Odeio os caras difíceis, que você precisa lutar pra conquistar. É muito sofrimento! Pra que? A vida é muito curta pra ficar correndo atrás de homem que não sabe o que quer. Eu tenho uma mania, besta as vezes, de buscar a solução de problemas nas histórias de filmes e seriados de TV que amo. E no momento, como acabei deixando claro nos últimos posts. Eu to vivendo a Carrie na primeira temporada de “Sex and the city”. Sofrendo porque se apaixonou por um idiota. Semana passada vivi meio que o último episódio da primeira temporada. Vivi uma semana incrível com o “ex-do inferno”. Foi uma semana pra realizar várias coisas que quando terminamos acabamos deixando no ar. Foi super fofo. Ai na quinta-feira acabamos brigando de novo. Expulsei ele da minha casa. E como numa cena bem clichê, corri atrás dele na rua pra pedir desculpas. Ele voltou. Eu chorei, ele chorou. Eu pedi pra ele dizer que eu era o cara da vida dele, assim como a Carrie pediu pra o Mr. Big. Apesar dele dizer que me ama. Ele não disse que eu era “the one”. Disse que precisa de muito tempo, que ele demora mais. Que as coisas precisam acontecer no tempo dele. Por isso não poderia me assumir como namorado de novo. Eu teria que começar do zero. Então sem brigas, sem gritaria. Nós dissemos adeus. E ele foi embora. Dessa vez não corri atrás. Acho que não existe uma palavra especifica pra essa situação em português, mas em inglês é “closure”. Acho que ter vivido uma semana incrível e conseguir dizer adeus, foi o closure que estávamos buscando. Eu ainda sinto um aperto. Mas acho que dessa vez foi pra valer. De qualquer forma, eu quero um Aidan na minha vida e não um Mr. Big.

 

 

 

 

Escrito por Andy às 14:02:04

02/06/2010 - 07:41:16


Alejandro Preview

Escrito por Andy às 07:41:16

29/05/2010 - 11:40:42


More Sex!

 

Hoje de manhã consegui finalmente assistir Sex and The City 2, após tentivas frustradas ontem. A maioria dos cinemas com os ingressos esgotados. Eu estava super ansioso. Normalmente muita expectativa acaba sendo sinônimo de desastre. Eu sou um fã obcecado da série. Acho que assisti cada episódio pela menos umas cinco vezes e o primeiro filme umas vinte vezes. Pelo trailer já dava pra perceber o que vinha pela frente.

Até agora não li uma critica positiva do filme. Provavelmente um bando de homens heteros mal comidos. O filme é ótimo. Talvez pra quem não é fã, seja apenas mais um filme com um bando de mulheres fúteis. Mas essa que é a graça. O filme mais uma vez é over nos figurinos, nas reações e nos destinos dessas quatro mulheres. Também é mais maduro. Os problemas são outros. E de certa forma achei esse filme mais realista que o primeiro. Porém menos doloroso. Obvio que rolam uns dramas durante o percurso, mas nada comparado a Carrie sendo abandonada no altar. Eu sou meio estraga prazeres, então quanto menos eu falar do filme, mais surpresas pra quem vai assistir.

Eu sou um chorão quando o assunto é algo que venero. Obviamente não seria diferente nesse filme. Me emocionei várias vezes! Mas o único momento que realmente me fez chorar, apesar de quase passar despercebido pra quem não acompanhou a série. Foi a cena onde Carrie está usando o vestido Christian Dior desse vídeo.

No filme ela está em seu antigo apartamento dando um tempo pra conseguir escrever uma matéria e o Big está na porta esperando como nos velhos tempos. Na série, ela usou esse vestido quando foi pedir desculpas pra Natasha, a ex-esposa de Big, por ter sido o pivô da separação deles. Até hoje é o meu momento favorito. E ver ela usando esse vestido de novo e agora casada com o Mr. Big, foi muito lindo. ;oP

Escrito por Andy às 11:40:42

24/05/2010 - 15:30:45


Gay Nerd

 

Na última vez que tive que aprender a lidar com um Mr. Big na minha vida, eu fui parar em terapia. Foram 6 meses que salvaram a minha vida. Provavelmente eu nem estaria aqui se não tivesse tomado a iniciativa de recorrer a terapia. Eu era bem novinho, mas perdido de tudo. Ajudou-me a descobrir meu caminho. Dessa vez, com esse último Mr. Big, a solução veio de um amigo nerd gay. Ele sugeriu eu comprar um vídeo-game, que isso seria uma ótima distração pra minha mente. Eu já tinha comprado dois Playstation 3, um para o meu irmão e um pra o filho de uma amiga. Achei bacaninha. Mas nunca tive coragem de assumir a compra de um pra mim. Achava que era coisa de menino hetero ou nerd com cheiro de queijo!

Pra variar acabei mordendo a língua. O meu PS3 salvou a minha vida. Sempre que to com tempo livre demais, com preguiça de fazer algo na vida real, eu me jogo no vídeo-game. E tem sido uma maneira incrível de voltar a ser muleque. Além do que, os vídeo-games de hoje não são pra qualquer um. Os jogos ficaram super difíceis. Mas já consegui terminar dois títulos, “Uncharted 2” e “BioShock 2”. Ótimos jogos! Descobri também que atrás de um joystick eu gosto de ser bem macho! Só tenho comprado jogos de tiro, onde posso descarregar toda a raiva que tenho de alguns homens, bom no momento de um homem. :P

Nesse finde, comprei meu primeiro jogo “Mãe eu sou gay!”. O jogo “ModNation Racers”. Vai ser o Mario Kart da nova geração. É o melhor jogo de kart na história dos vídeo-games. Não só pela jogabilidade. Ou porque é super fofo. A possibilidade de poder criar seus próprios personagens e pistas e compartilhar com seus amigos, é o futuro agora. Vida longa a nós, os gays nerds! ;o)

Escrito por Andy às 15:30:45

18/05/2010 - 16:24:32


Homens

 

Quando eu fico muito tempo sem postar pode ter certeza que o trabalho está me consumindo e não tenho cabeça pra as outras áreas da minha vida. Então me desculpem pela longa ausência! A nuvem negra acabou indo embora. Mas alguns vestígios ainda ficaram. O ex-namorado causador (não é o Mika, o Mika dançou há muito, muito tempo atrás  :P) ainda é um fantasma na minha vida. Eu quero ele, mas ao mesmo tempo quero ele longe. Ele sabe disso e não colabora muito. Estamos tentando transformar o carinho que temos um pelo outro em amizade. Eu não sou muito bom pra isso. Sou do time da Miranda do “Sex and the City”. Quero que os ex-namorados sumam! Mas as vezes eles ficam, não tem jeito. Então tenho trabalhado pra que uma amizade seja possível.

No estúdio, apesar de ter ralado que nem louco nas últimas semanas, valeu a pena. Terminamos ontem meu quinto filme como diretor, “Straight Guys Unleashed”.  O mais quente de todos em minha opinião. Espero que pela capa seja possível entender o por que! O nome do modelo é David Jones. Sempre babei por ele! Ele é lindo, gostoso e HETERO (Esse é hetero mesmo!). Tanto que na cena dele não rolou sexo. Ele e o outro modelo brincaram com um Fleshjack. Ficou ótimo. Eu quase não pisquei durante as filmagens. Eu amo um homem com cara de menino.  Além do peito peludo perfeito, as coxas, a boca, o jeitinho de muleque dele. Se ele não fosse hetero eu casava!  Além de lindo, ele é um fofo. Foi difícil ver ele indo embora. Queria ir junto!

Nas últimas semanas recebi muitos e-mails de vocês leitores. Eu adoro quando vocês compartilham comigo suas neuras, experiências e dúvidas. É ótimo saber que outras pessoas vivem os mesmos dramas que eu. Mas quando estou na correria louca não consigo responder os que exigem mais tempo pra ler e responder, por isso me desculpem! Mesmo que demore eu acabo respondendo. ;o)

 

Escrito por Andy às 16:24:32

20/04/2010 - 06:28:58


Ó vida, ó céus...

Tudo ao mesmo tempo agora! Foi assim que me senti nas últimas duas semanas. Infelizmente nada de bom. Amigos no Brasil com problemas, o que sempre me deixa mal porque não estou ai pra ajudar. Namorado virando ex e fazendo a loca na minha vida. Modelo cancelando gravação dez minutos antes de começarmos a filmar. Duas vezes na mesma semana. Nem preciso falar do caos que se estabeleceu por aqui na Europa por conta desse vulcão sem graça. Estamos em clima de guerra. O engraçado é que a coisa é mais séria do que as pessoas pensam. Essa semana temos uma reunião importante em Berlim e a provável solução será ir de carro. Delicia! E pra completar a alegria que tem sido estar na terra nos últimos dias, ontem o novo episódio de Glee foi um LIXO! Só assistindo pra entender. Que venham os próximos dias. Mal posso esperar! :oP

Escrito por Andy às 06:28:58

10/04/2010 - 04:35:14


Aidan is back!

Escrito por Andy às 04:35:14

03/04/2010 - 17:20:16


Good on paper

 

Se tem uma coisa que me irrita muito no Brasil é essa mania de mostrar que se tem mais dinheiro, mais conhecimento, mais fama, mais qualquer baboseira possível que o outro. Isso é tão chato! Aqui as pessoas são mais relaxadas. Conheço milionários que não precisam ter um Bentley e usar labels pra mostrarem que são melhores que alguém. Mas no Brasil não é bem assim. E pra falar a verdade, quem faz isso quase sempre são aquelas pessoas falidas, que pagam o carro do ano em 48 prestações, compram o apartamento em 240 parcelas, tem 8 cartões de créditos e devem até a mãe. No último post uma pessoa deixou um comentário que exemplifica bem o que estou dizendo. Depois que li, achei melhor nem comentar. Mas quando vejo alguém tentando me defender, vejo que incomodou as pessoas. Então melhor eu também entrar na brincadeira. Vamos lá! Diploma universitário no Brasil é papel pra guardar na gaveta. Simplesmente porque é um pais onde pra conseguir emprego você depende muito mais dos contatos que você tem e da sua aparência. Conheço pessoas que tem empregos incríveis e nunca pisaram numa universidade.

O meu currículo como designer gráfico é mais extenso que o meu currículo como profissional da indústria de filmes adultos. Minha primeira formação foi técnica em Publicidade. Foi ótimo pra descobrir que eu tinha que manter distância máxima dessa área. Acabei escolhendo cursar Comunicação Social com Bacharel em Produção Editorial pela Universidade Anhembi Morumbi. Foram quatro anos. No segundo ano da facul já estava empregado na área. Buscando me especializar como designer gráfico, fiz cursos na Belas Artes, Escola Panamericana de Arte e ESPM Miami Ad School. Tive até o privilégio de fazer um curso com Alexandre Wollner na Universidade do Livro. Tudo ia bem até que a vida colocou um obstáculo no meu caminho. Minha mãe faleceu. E eu tive que fugir. Tudo me fazia lembrar dela, foram quase vinte anos morando em São Paulo. Cada canto da cidade, cada cantinho da minha casa me faziam lembrar dela. Eu ia pirar se continuasse no Brasil. Na época a minha intenção era dar um tempo. Nunca, nem nos meus sonhos mais loucos eu pensei que estaria onde estou hoje.

Mas a vida quase sempre não acontece do jeito que planejamos. Já em Londres, as coisas começaram a acontecer, já falei disso antes. O pornô era uma obsessão antiga. E aqui eu quis descobrir até onde o “buraco do Coelho” terminava. Foi a realização de um sonho. Que me deu a oportunidade de realizar vários outros sonhos. Mas com um plus. As custas do meu trabalho. No Brasil eu era um filhinho de papai. Eu era cabaço de tudo. Não é algo que tenho orgulho. Mas eu corri atrás pra mudar. Pra fazer acontecer com as minhas pernas. Resumindo, eu as vezes sou meu agressivo com as minhas palavras. Mas não mudo uma letra. Eu até me apaixonei pelo jeito do mocinho do BBB no começo. Mas logo percebi que esse não era só o “jeito” dele. O cara é uma anta mesmo. E ele só prova o que o André e eu estamos tentando dizer, diploma não garante QI pra ninguém. Principalmente pra ex-BBB.

Escrito por Andy às 17:20:16

30/03/2010 - 15:55:48


Ufa! Vai acabar!

 

O pior Big Brother de todos os tempos acaba hoje! Ufa! Foi o pior por um milhão e meio de razões. Poderia ter sido o melhor. Como gay, eu achei que seria uma revolução. Não foi. A Angélica foi a única pessoa que fez a diferença. Seria bacana demais ver ela ganhando o prêmio hoje. O que tenho achado muito, MUITO irônico é ler muita gente dizendo que como gays, nos perdemos. Sério! Eram quatro gays na casa, três assumidos e um enrustido. O Boninho afirmou isso várias vezes. Muita gente até hoje acha que aquela pamonha do Eliéser era o não-assumido. Eu ainda acho isso improvável. Ele é tão retardado que não teria competência pra ser gay. Desde a primeira vez que vi o programa tive certeza de quem era o quarto gay. É tão obvio. E essa pessoa está na final! Ou seja, não perdemos coisa nenhuma. O problema é que muita gente ainda acha que pra ser gay tem que ser “Serginho” ou “Dicesar”. Enrustidos ainda são a grande maioria dos gays. Acho que pra cada três enrustidos tem um gay fora do armário. Trabalhando na indústria do sexo há um bom tempo, posso usar isso como afirmação. Gay não é minoria coisa nenhuma. O que é minoria é gay que vive o que é. Não fica vivendo vida dupla. Não fica pagando de pegador. De que come todas. Na maioria das vezes, passivas de tudo na cama. Hoje a noite não vou torcer para essa “pessoa” gay. Obviamente, também não vou torcer pra aquele monstro que prefiro nem escrever o nome aqui. Vou torcer pra alguém que nem merecia estar na final, mas é um voto neutro. Melhor essa pessoa, do que ver um nazista ou uma pessoa enrustida levando o prêmio.

Escrito por Andy às 15:55:48

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