Hélio

Blog do Hélio, pode ler à vontade, mas tem muita coisa misturada, já aviso.

27/07/2010 - 17:07:39


Quero ser preso

E pode jogar a chave fora!

Escrito por Hélio Filho às 17:07:39

23/07/2010 - 18:48:39


Choque

Léo Pantera!!! Não tem como não lembrar de você no episódio em que você se enrolou no lençol e foi dublar divas gays na varanda da sua casa! Ah sim, não conheço a pessoa do vídeo – e não é o Léo, claro. Só uma letra para esse vídeo, só uma: kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!

Escrito por Hélio Filho às 18:48:39

22/07/2010 - 15:29:35


Chemical

O The Chemical Brothers foi uma das minhas primeiras, e mais fortes, referências de música eletrônica. Sempre, sempre, sempre. Até hoje fico puto quando lembro que me roubaram os dois melhores CDs da dupla que eu tinha, mas ok. Arraste o mouse para aumentar o volume e ...

 

 

Escrito por Hélio Filho às 15:29:35

21/07/2010 - 15:47:04


Do it

Faça as coisa porque você quer, não porque você viu alguém fazendo.

 

Escrito por Hélio Filho às 15:47:04

20/07/2010 - 16:41:35


Militar

Ontem eu estava relembrando, a pedidos, sempre, muitos deles, da minha entrada no Exército Brasileiro, Braço Forte, Mão Amiga. Foi em 2003, como todo homem (ui) que tem 18 anos, lá fui eu me alistar, mas, ao contrário da maioria dos outros que estavam lá, eu não queria mesmo ter servido. Ainda mais como recruta, efetivo voluntário, soldadinho mesmo. Mas olha, foi bem legal. E nem foi legal porque eu fiz um monte de gente, até porque eu só fiz um colega. Sim, só um.

O Exército não é aquele cenário de filme pornô super bem produzido, queridjinha, é osso, como dizem em certa região paulistana. É claro que rola, mas sempre com discrição e na maioria das vezes entre os chamados “laranjeiras”, aqueles militares que moram no quartel, dormem lá toda noite, quando o sol cai e o desejo vem. Aí já viu, néam? E quando eu entrei no Exército foi no mesmo ano que entrei na faculdade, então saía do quartel correndo pra aula.

Muitas vezes de farda mesmo, arrancando suspiros sem futuro e cabimento das meninas que passavam por mim. Então não tinha essa de rolar horrores de sacanagem. Desculpe, mas eu vou sim destruir seu sonho erótico de tomar banho com mais 90 caras nus, totalmente nus, e à vontade. Não rolava nada porque o tempo do banho é cronometrado e enquanto eu lavava o pouco de cabelo que o barbeiro do quartel deixava na minha cabeça tinha que pensar em ir lavando o braço, a perna...

Aí chegava o fim da noite e eu tinha que ler apostilas das deliciosas “ias” para a faculdade: Psicologia, Antropologia, Filosofia e Sociologia. Quando conseguia terminar de ler antes do sono me vencer, logo era vencido pelo sono, nem me lembrava de pegação. Mas é claro que eu percebia vários olhares de desejo para a minha pessoa aqui, euzinho mesmo. É claro que vi vários fazendo quibe sem parar.

Mas eu não pude aproveitar, muito, isso. Nunca tinha tempo e, feliz ou infelizmente, todos me respeitavam bastante porque eu era o único que fazia faculdade e tudo mais. Saco, passei quase um ano aguentando grito, vestindo aquela farda verde demais e acabando com meus pés (e a circulação deles) à toa. Humpf! Nem foto eu guardei. Uó! Eu vou escrever um livro: "Soldados choram sim, quando seu Calvin Klein acaba no acampamento".

Escrito por Hélio Filho às 16:41:35

16/07/2010 - 16:04:07


Não-material

Marx, Mao, Che e Lênin se encontram em um quiz absurdo. Sou completamente fã do Monty Python!

Escrito por Hélio Filho às 16:04:07

14/07/2010 - 13:37:41


Criancice, viu!

Dori (azul): pois não?

Dori (azul): pois não?

Tem coisa mais legal do que ver um filme sem se preocupar em entender muita coisa? Tipo os desenhos animados feitos por Pixar e Disney para crianças, mas que são cheios de referências adultas? Eu adoro e assisto todos que posso. E tenho 26 anos! Mas assisto mesmo, feito criança. Sou tão bobo que, como dizem na minha terra, racho o bico de tanto rir. E já está nos cinemas mais um “Shrek” e tem ainda “Toy Story 3” para estrear!!!

O clássico para mim é “Procurando Nemo”, com a peixe Dori mega fumada esquecendo de tudo a cada três segundos. O “pois não?” dela foi tão marcante que mesmo sete anos depois de ver eu ainda falo (quem me conhece vai falar: é mesmo!). O Nemo é chato, ela é que é o filme! Sem falar nos tubarões “estou há três dias sem comer carne”. Hilário.

No feriado eu me joguei com o Neto em uma sessão dupla: “Garfield” e “A Era do Gelo”. Comprei um DVD com os dois filmes em um disco só na Americanas por R$ 12,90 (porque todo preço que se preze termina ou em 90 ou em 99, néam?). Antes assistimos “Caravaggio”, do Derek Jarman. Aí o clima pesou demais e fomos ver os desenhos.

“A Era do Gelo” eu já tinha visto no Cine Glauce (ainda existe, gente?) lá na boa e velha Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, onde me formei. Eu, Marê e Vivi fomos bem suscetíveis a dar ótimas risadas, e demos. Mas “Garfield” eu não tinha visto ainda, e olha que eu sou o próprio Garfield, adoro lasanha, odeio segunda-feira e trabalhar o ócio é sempre minha atividade preferida.

Nesta semana ainda quero ir ver o novo do Shrek. Adoro o Gato de Botas e é claro que comprei um McLanche Feliz só para pedir o brinde de outro personagem que também amo, o Biscoito (que eu acho super gay). Quem quiser me mandar outros brindezinhos do McLanche eu vou adorar, tá? Sou muito bobo mesmo, muito criança. Ainda bem.

Escrito por Hélio Filho às 13:37:41

12/07/2010 - 16:48:06


Tesoura

Eu já amava Scissor Sisters, depois que passei o feriadão todo ouvindo então... Confere a resenha que eu fiz pro Mix do novo CD deles, “Night Work”, clicando aqui. Abaixo o clipe de “Comfortably Numb”, com remix do Lifelong, a que eu mais gosto.

Escrito por Hélio Filho às 16:48:06

08/07/2010 - 18:27:02


Música no armário

Todo mundo tem aquelas músicas que deixa guardadas lá no fundo do armário. Aí quando não tem ninguém por perto você vai lá, abre a porta, tira o monte de roupas da frente e tira essa música do armário. Em uma dessas saem coisas inacreditáveis, dos mais variados estilos e atendendo aos mais diversos gostos. Eu tenho um monte, mas um monte meeesmo de músicas assim, o exemplo mais conhecido é meu CD da Hebe com convidados (que eu não sei onde está, preciso achar urgentemente).

Mas tem ainda coisas mais suspeitas que meu vizinho deve ficar bem feliz (é ironia, tá?) quando eu coloco para tocar. Como um CD que eu gravei só com músicas pantaneiras com direito à Perla, Tetê e Alzira Espíndola e Almir Sater. Tem ainda um outro com cantos gregorianos, tem outro que mistura Pavarotti e Yeah Yeah Yeahs e tem um outro só com mantras hindus. Além é claro do Ray Conniff, que eu adoro!

O mais legal é admitir mesmo que ouve e que gosta. Não são meus CDs preferidos, mas fazem parte da minha formação musical também. Só preciso parar de ser bobo e aumentar mais o som, assim o povo que passar na rua também vai poder ouvir a Hebe cantando!

Escrito por Hélio Filho às 18:27:02

07/07/2010 - 18:08:31


Ex e Beck

Divulgação

 

Scott Pilgrim é um adolescente que vai ter de enfrentar todos os ex-namorados de sua atual paixão para poder ficar em paz com ela. Quer coisa mais gay do que uma pessoa que é toda enrolada com ex? Quem nunca teve um ex chato, louco, agressivo ou que se revelou bem pior do que você imaginava? Tem gente que fala que ex bom é ex morto, Scott Concorda, com certeza.

A história não tem data de estreia no Brasil ainda e parece ser legal e cheia de efeitos. É claro que é filme de férias, Hollywood total e nada de muito conceito, comercialzão mesmo. Fiquei bem a fim de ir ver, parece ser bem divertido. Até porque ficar vendo Bergman, Almodóvar e Allen cansa uma hora, né? E além de tudo a trilha sonora é do Beck, quer melhor? Adoro Beck!

Escrito por Hélio Filho às 18:08:31

06/07/2010 - 13:40:54


Enganando

Porque tem gente que acha que engana...
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

 

Escrito por Hélio Filho às 13:40:54

05/07/2010 - 13:49:38


Vai devolver?

Noite de sexta-feira e eu saía tranquilo do shopping Plaza Sul sem conseguir sacar o dinheiro que tinha ido tirar. Aí passei em um caixa eletrônico no estacionamento do Carrefour, ao lado. E eu tentava sacar, tentava de novo e nada. Isso porque meu cartão está bem quebrado e não é em todo caixa que eu consigo fazê-lo funcionar. Pela primeira vez, foi para minha sorte.

Estava eu xingando de todos os nomes feios que sei o tal caixa por não aceitar meu cartão. O banco mais perto estava bem longe e ali era a minha última chance. Xingando estava quando um homem alto, de uns 40 e poucos anos e de moletom chegou, mas chegou já dando show, fazendo fechação. Bateu a arma na porta de vidro e falou sua famosa frase: “Aí meu irmão (não sou irmão dele, humpf!), isso é um assalto, vai tirando o dinheiro aí senão eu estouro sua cabeça!”.

É claro que fiquei com medo, ainda mais porque eu sabia que não ia rolar tirar o dinheiro dele, não estava conseguindo tirar nem para mim. Não tinha um real no bolso. Achei que era o fim da minha pinta aqui pela Terra. Eu explicava para ele sobre o cartão, mas ele não ouvia. Então eu mostrei para ele como estava meu cartão, quase quebrando de vez, e ele acreditou. Então disse que era pra eu passar “alguma coisa, senão você morre”.

Foi engraçado tirar de um bolso a identidade e de outro um protetor labial que nem meu é, ganhei da Vavá. “É tudo que eu tenho”, disse pra ele, que não ficou satisfeito e continuava gritando que queria algo senão eu morria. Poxa vida, como se não me bastasse a maratona sem sucesso para sacar o dinheiro eu ainda ia morrer, e dentro de um caixa eletrônico. Sem glamour, sem holofotes, sem um figurino apropriado. Não estava com meu melhor perfume, seria imperdoável.

Com a pressão dele eu cedi e ofereci meu celular para ele ir embora. Já cansado de ficar ali apontando aquela arma e gritando sem levar 10 centavos que fosse, ele aceitou e pegou meu celular. Olhou na luz, abriu, fechou, olhou com cara de desprezo e... ME DEVOLVEU!!?! Como assim? Fiquei super ofendido e meu celular também, que assim conste. Ele achou meu celular simples demais para ser roubado. Devolveu e mandou eu ir embora pra casa em paz porque não queria nada de mim.

“Não quero nada de você, brother, segue seu rumo.” Na hora eu já respondi que estava indo para casa. Ele só pediu para eu não chamar a polícia porque “eu estou aqui fazendo a minha, né? Não sacaneia.”. E não chamei mesmo, nem tive cabeça. Cheguei em casa e liguei para a Vavá para contar tudo, nervoso ainda, mas já rindo da devolução do celular, que eu já comprei baratinho pensando justamente nessas horas.

Escrito por Hélio Filho às 13:49:38

02/07/2010 - 17:41:32


Por outro ângulo

O Brasil perdeu a Copa do Mundo 2010, não é novidade, e eu fico imaginando agora o que vai ser feito com as toneladas de plástico que serão jogadas fora com o desprezo das infernais vuvuzelas. Porque ninguém merece mesmo o som dessa corneta apelidada. Até mesmo quando a seleção estava bem longe do campo não tinha descanso, vuvuzela na boca e barulho no ar – e irritação na minha cabeça. E eu duvido muito, muito mesmo que metade delas serão guardadas para a próxima Copa, olha a reciclagem, gentchy!

E tem ainda os quilos de carne, litros de cerveja e de “enelgéticos”, as bandeirinhas, o vinagrete, a farofa e mais uma infinidade de coisas que o povo todo comprou se preparando para a semi-final e para a final. Para sair no quintal na hora do gol com o copo de massa de tomate cheio de cerveja, a boca cheia de farofa e o bom senso enfiado no canto do gol com a bola.

E os fogos então? Como armazenar bem as pencas de caixas de fogos de artifício adquiridas no período de esperança sem provocar um acidente? O jeito é aproveitar as festas julinas e encerrar o estoque, antes das 22 horas, por favor, porque eu durmo cedo, tá? Agora o Brasil volta pra casa, o Brasil volta a funcionar (em seu ritmo) e eu volto ao trabalho, simples assim- e sem vuvuzelas.

Escrito por Hélio Filho às 17:41:32

30/06/2010 - 13:53:18


Harry Potter

Harry Potter é inegavelmente um dos maiores fenômenos cinematográficos, e culturais, claro, do nosso tempo. Eu confesso que quando foi lançado o primeiro filme (“Harry Potter e a Pedra Filosofal”), lá em 2001, eu não dei muito crédito para a história. Principalmente porque foi na mesma época do lançamento de outro fenômeno, a trilogia do “Senhor dos Anéis”. Mas o que tem a ver? Tem a ver que eu sou só um pouquinho passado e confundia os dois, achava que ia ser chato, não me interessava mesmo, ainda mais com a super campanha midiática que eles faziam.

A coisa virou moda e eu não vi nos cinemas. Quer dizer, vi um, “Harry Potter e a Ordem da Fênix”, porque trabalhava como editor de caderno cultural de jornal impresso e tive que ir à pré-estreia. E teve um outro que eu vi também, mas eu estava meio ocupado e não lembro qual era. Nesta pré-estreia eu me lembro que estava bem frio e eu não estava com paciência para suportar as pencas de crianças que lotavam o cinema fantasiadas dos personagens. Naquela noite devo ter jogado um quilo de pipoca em cada uma delas.

Para a minha sorte, minha amiga Ana Raquel, fã número zero, estava sentada bem ao meu lado e me dava todas as dicas de quem era quem no filme. Tadinha, deve ter achado um saco ficar de guia prático de cinema. Mas foi bem legal ver a pré-estreia porque me seduziu mesmo. Fiquei encantado com o mundo de Hogwarts e interessado em ver os outros filmes. Foi o que fiz.

Aí eu virei fã, não a ponto de me vestir como os personagens, mas a ponto de ficar super ansioso com a divulgação do trailer oficial da primeira parte do final da saga. Sim, porque “Relíquias da Morte” vem em duas partes, uma estreia em novembro deste ano e a outra sei lá quando. Mas eu estarei lá, no cinema. “Confundus!” Queria postar o trailer novo, mas não resisti a este que achei que é uma retrospectiva:

Escrito por Hélio Filho às 13:53:18

29/06/2010 - 15:06:05


Carla Bruni

Ela é ótima, néam?

 

Escrito por Hélio Filho às 15:06:05

28/06/2010 - 12:57:06


Carente

É bem engraçado falar sobre carência porque todo mundo tem uma. Mas é bom deixar claro que existem dois tipos: a da saudade e a da necessidade. Tem gente que fica carente por algo ou alguém que está longe, a saudade, mas tem gente que fica carente, está sempre carente, por algo que nunca teve e gostaria de ter. E isso é uma armadilha das mais perigosas porque o bom senso, e a razão, tão amiga do humano, ficam comprometidos quando a nuvem do querer querer alguém encobre os olhos da gente.

Gente carente de saudade é fofa, faz juras de amor e fica brigando no telefone para ver quem vai desligar primeiro. Chama de nomes terminando em “inho”, sonha toda noite com a pessoa amada e conserva a carência como combustível da emoção do reencontrar. Quem é carente assim vive bem, sempre sonhando com o que vem pela frente, mas sonhando coisas possíveis, com pessoas que já existem em sua vida.

O mais complicado mesmo é gente carente por necessidade mesmo. Porque são pessoas que são, e não apenas estão, carentes. Para elas o mais importante é estar namorando alguém, seja lá quem for. Seguem a linha de pensamento de que eu me completo com o outro (Jung se revira no caixão toda vez que alguém diz isso), só com alguém conseguirei ser feliz, metade da laranja, alma gêmea e blá blá blá. O namoro surge como tábua de salvação para um mar de complexos e inseguranças e não por amor, afinidade.

Pessoas carentes assim têm um espaço em suas vidas para colocar seus namorados, com plaquinha embaixo e tudo. O problema é que a carência que moldou esse espaço de honra não levou em consideração que nesse mesmo espaço deve caber o amor como ele é, não como foi idealizado (e isso não tem nada a ver com Platão, tá?). Desse modo, cria-se um verdadeiro abismo entre o que eu quero que meu namorado faça e o que ele realmente faz.

Não é uma simples idealização do amor, é a concretização dessa idealização mesmo, por mais paradoxal que pareça. É preciso que essa pessoa que eu escolhi, sem muitos critérios além da carência, seja aquilo que eu quero. O mais importante é poder falar que está namorando, mesmo que o relacionamento seja uma porcaria, porque ficar sozinho, para muita gente, não é bom porque desperta novamente a carência, dá fama de encalhado.

Aí o carente começa a namorar alguém que ele conheceu hoje, está apaixonadoe acredita que agora encontrou o príncipe encantado. Não dá brecha para conhecer melhor a pessoa e já diz que você é tudo o que eu sempre sonhei. Ele é ótimo, nos damos super bem na cama e meus amigos o adoraram. Acho que vamos morar juntos. Ele também gosta de pintura. Como é fofo vê-lo dormir. Ele é o verdadeiro amor da minha vida.

Quando não dá certo, quando acaba por vários desencontros, o carente fica desesperado por ter que mais uma vez começar sua busca por sua tábua de apoio, mais alguém para ajudá-lo a sobreviver o peso que é ficar consigo mesmo. Parcimônia no amor, gente, parcimônia.

Escrito por Hélio Filho às 12:57:06

24/06/2010 - 18:57:18


Maduónna

Maduónna sofre (mal) o filme todo

Maduónna sofre (mal) o filme todo

Eu adoro a Madonna, e isso no meio gay nem é novidade, mas eu fico mesmo querendo dar um super gongo nela quando ela deixa de ser a estrela da música pop e se mete no lugar dos outros tentando ser atriz. Realmente não dá, cada macaco no seu galho. Madonna como atriz é uma ótima perfomer (porque também não dá para chamá-la de ótima cantora, néam?).

Na terça-feira minha inseparável amiga Vavá chegou em casa super animada com um DVD nas mãos. O filme era “Olhos de Serpente” (Dangerous Game), de 1993, e com uma atuação de Madonna que é de cair o cu da bunda, como dizem lá na minha terra. Ela vive a atriz Sarah Jennings, que está em pleno processo de construção de uma personagem bem complicada que está em crise no casamento.

O filme é sobre essa construção, é uma coisa bem metalinguística (quero o trema daqui!) mesmo e exige que os atores que vão interpretar os atores da história sejam bons, tenham talento. Titia Madge decepciona muito como atriz em um roteiro bem meia-boca que encontra na atuação dela seu par de qualidade. Não, realmente não dá para perdoar, mesmo.

Aí essa atriz que Madonna interpreta é uma ex-viciada em sexo e drogas, surubas e safadezas em geral que encontra a verdade em Cristo e dá início a uma crise em seu casamento porque seu marido, espertinho, não quer mesmo abandonar a vida hedonista em troca da salvação eterna. Ele bate nela, a estupra e no final chega ao limite da brutalidade.

Mas a melhor cena do filme é quando ele pega uma tesoura e começa a cortar o cabelo dela, que estava horrível, com um corte péssimo e muito datado. Com as tesouradas agressivas e irregulares, Madonna ganha um penteado moderno, cheio de balanço e muito melhor do que aquela coisa horrível do início do filme. Fica a não-dica de cinema.

Escrito por Hélio Filho às 18:57:18

23/06/2010 - 18:35:08


Cherish the day

Pegue o cobertor de orelha e dê o play. Cherish that cold day.

Escrito por Hélio Filho às 18:35:08

22/06/2010 - 16:01:37


Atenção!

Eu realmente preciso prestar mais atenção ao andar. Sábado fui ao Satyros e na saída de “Filosofia na Alcova”, com a porta do Espaço 2 já baixa, eu nem me liguei e meti a cabeça na tal porta. Fez um estrondo dos grandes porque é daquelas metálicas de correr. Tudo tremeu, os atores que ainda estavam ali perto olharam meio preocupados e eu fiz cara de que não doeu, mas doeu sim. Aí como resultado estou com uma manchinha vermelha bem, mas bem no meio da testa com direito a um pequenomicroquaseimperceptível galo. E ainda dói um pouco.

Bom para eu deixar de ser distraído. Para não esquecer que uma vez eu quebrei o dedinho do pé direito em uma daquelas infelizmente quase cotidianas batidinhas na quina da parede (ai). Por causa do pé engessado, quase não me deram minha baixa no Exército e, por pouco, eu não sou obrigado a ficar servindo por mais três meses.

Ou então não esquecer das vezes em Campo Grande quando eu corria entre meus três empregos simultâneos. Ia andando pela rua super rápido e sempre enroscava o guarda-chuva em algum poste, pisava em falso ou caía sem motivo aparente mesmo, por razões que até hoje povoam a minha mente no campo da dúvida.

Isso sem falar na vez que eu meti a cara em um poste daqueles de esquina, com os nomes das ruas, porque estava olhando a capa de uma TPM na banca do outro lado da rua. É patético, mas real.

Escrito por Hélio Filho às 16:01:37

21/06/2010 - 18:55:49


Mr. Carter

Derrick Carter

Derrick Carter

Derrick Carter (Chicago, EUA) é um dos melhores DJs do mundo em minha opinião, dentro da house music então ele arrasa soberanamente. É meio antigo mesmo e já fez mais sucesso do que faz hoje em dia, em uma época que tinha ainda Marco Lenzi, Marco Bailey, Jeff Mills, Umek, Cristian Varela, Green Velvet e Adam Beyer, só para citar os que eu vi passar pela pista do D-Edge de Campo Grande em outros tempos.

Foi mais ou menos essa a minha formação de música eletrônica, ouvindo gente legal, produtores de verdade, gente de renome e respeito que prova a que veio. Saudades de pistas tocando tech-house, Varela tocando com três pick-ups ao mesmo tempo, três vinis simultâneos. Pena que no MySpace dele não tem muita coisa legal, a dica é buscar mesmo no YouTube, tipo esse vídeo mais de áudio aqui embaixo.

Escrito por Hélio Filho às 18:55:49

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